quinta-feira, 28 de junho de 2012

FIM

Portugal sai mas com sentido de dever cumprido. Um jogo onde as duas equipas tiveram medo uma da outra e procuraram anular-se. Um jogo mal jogado mas cheio de emoção.
EU tinha pedido eficácia, com ela teriamos ganho. Ao minuto noventa se a tivessemos tinhamos morto o jogo. Nas grandes penalidade se a tivessemos talvez tivessemos aproveitado o falhanço inicial dos espanhois.
Dizem que saímos de cabeça levantada e disso não tenho qualquer dúvida mas como diria um amigo "jogamos bem, não tivemos sorte mas nós nunca temos sorte andamos sempre a ser enrabados nas meias ou na final. Ou é França ou é Espanha ou Alemanha ou até mesmo a Grécia."
Podemos pensar quando deixamos de perder nestas fases e conseguimos ganhar alguma coisa, nós nem somos maus, provou-se isso, mas falta qualquer coisa!

domingo, 24 de junho de 2012

É agora

Portugal chegou às semi-finais do campeonato europeus onde irá defrontar a melhor selecção do mundo.
Agora vamos jogar o que somos, o que podemos ser e o que merecemos. É agora que se decide a possibilidade da vitória de um campeonato. É agora que Portugal pode mostrar o seu valor.
Pede-se eficácia nos momentos decisivos pois não haverá muitas oportunidades de marcar golo.
É possível ganhar mas não somos os melhores, nem sempre os melhores ganham. :)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Raiz

"Simples, claro e tão difícil de realizar ...
Se eu fosse um clínico geral da Alma procuraria que os meus pacientes me respondessem a três simples perguntas – estou certo que o diagnóstico escrever-se-ia por si próprio. Tens alguém a quem amar? Tens algo em que acreditar? Tens algum trabalho que te ocupe? Só isso, sem mais. E se quisessem saber por onde começar dir-lhes-ia que nunca perdessem de vista o Amor."
Não conheço quem disse, não sei a razão mas não tenho dúvidas de que merece sem publicado e partilhado.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

EURO 2012

Simples:
Eficácia alemã, é triste mas é verdade.

O que se passou no futebol acontece em muitas outras situações. É por isso que hoje eles são a grande potência económica mundial e nós um país intervencionado.

Pede-se eficiência E eficácia. Quando não é possível as duas, a mim, parece-me, é de todo preferível a eficácia.

sábado, 2 de junho de 2012

Estrela


Pelos laços da aurora transparece o brilho da vida
Como olhos que alimentam a alma
Como a flor que alimenta o coração
Como o lírio que cria a paixão.
Meu jardim de cores saltitantes
O branco da serenidade
O Verde de simpatia
O Vermelho da paixão
O Rosa do romance
O Laranja da alegria
O amarelo da loucura de um amor
Que vai resistindo ao atentado do vento.
Um crepúsculo morto
De um dia sem brilho
De um céu sem a estrela.
Não gosto do que escrevo
Não percebo o relevo
Falta-lhe sal, falta-lhe tempero
Será desespero
Será que perdi o jeito
Será que não tenho sentimentos no peito.
Urge, urge, urge a necessidade de ti.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Caso Relvas


Voltamos ao mesmo, voltamos exactamente à mesma coisa. No governo de Santana Lopes avançou-se sobre as pressões na comunicação social, o que provocou em alguma parte a queda do governo. Afirmou-se que actual ministro Morais Sarmento tinha tentado calar o comentário do Prof. Marcelo.

Hoje, surge o caso Relvas que tentou calar ou ameaçou uma jornalista relativamente a uma notícia das secretas.

Se sabemos o desfecho do primeiro caso do segundo já não podemos dizer o mesmo.

A provar-se as ditas pressões o Ministro Relvas só pode sair de cena, acabando por colocar em causa um governo que já tem uma tarefa complicada e que deste modo ficaria completamente partido.

Eu fico curioso é que quando um Primeiro – Ministro criticava abertamente uma jornalista, um noticiário sem que nunca se tenha feito prova de que as notícias eram falsas nada tenha acontecido. O que Sócrates fazia a Moura Guedes eram claras pressões.

São estas dualidades que eu não entendo.

É inaceitável que nunca nada aconteça, que nunca se prove nem se chegue a conclusão nenhuma.

Parece que cada vez os ministros são mais burros para andarem a fazer destas coisas e os jornalistas mais estúpidos por publicarem ou inventarem notícias sem fundamento.

É assim que se degrada a democracia.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Eleições Francamentegregas

França
Com o natural desgaste de Sarkozy o candidato Hollande acabou por ganhar a eleição francesa. Confesso que nenhum dos dois candidatos me dava confiança. Sarkozy é o que sabemos, foi penalizado por andar excessivamente a reboque da Merkel, mostrava uma clara ausência de atitude. Hollande trouxe para debate os temas que todos queríamos ouvir, trouxe tudo o que os ouvidos queriam o que para mim também me deixa desconfiado. Fico sempre desconfiado quando me dizem tudo o que quero ouvir. Aguardo para ver, mas julgo que não vai ter uma agenda para o emprego e crescimento tal como prometeu pelo simples facto da escassez de dinheiro. Quando os mercados atacarem a França (espero eu que não venha a acontecer) estou curioso para ver a forma de actuar do Sr. Hollande.
Grécia
O problema Grego agrava-se, com toda a sinceridade, num momento de forte agitação social, com um país falido quem pensou em eleições só podia ser estúpido. Agora vemos o quanto foi estúpida a decisão. O país encontra-se com uma enorme dificuldade de criação de governo (coligação) imperativamente estável. Não pode ser de outra forma. Para agravar a situação ainda nos deparamos com um parlamento amplo, com extremistas da direita à esquerda o que devia ser proibido nos países desenvolvidos.
Vamos ver até que ponto os responsáveis gregos conseguem chegar a um acordo pois sem isso uma ditadura aproxima-se daquele país.