Sinto o frio amanhecer na mente
Ouço os pássaros a cantar
Como se estivesse a sonhar
Com aquele espírito ardente
Não te consigo entender
Não sei qual o meu dever
É preciso saber perder
Mesmo a te continuar querer
Honestamente escrevo
Como um servo
Cheirando o jardim
Nesta mar de pensamentos sem fim
O vento passa-me na barba
Sinto-o como uma arma
atravessando-me e quebrando-me
Numa amargura sem rima ou verso
Respira fundo
Nada há tão profundo
que no fundo o nada
o nada foi sempre o nosso mundo.
Deslumbra-me o verde dos sete montes
as suas fontes
Aqui nasce a vida
de uma herança perdida
Fica o sentimento
sem nenhum lamento
Tudo o que queria
era só amar-te um dia
Este blogue não é mais do que um local de opinião pessoal. Essa opinião é subjectiva e vale o que vale. O blogue foi criado para poder dar liberdade aos meus textos e opiniões.
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
sábado, 24 de agosto de 2019
Valorização política - Votem PSD
Portugal
é um país estranho. Talvez por ser uma Democracia pouco preocupada ou uma República
criada de forma muito atabalhoada.
Talvez
seja um país que, apesar das suas revoluções mais ou menos pacificas, acaba por
ser controlado por forças escondidas. Força que muitas vezes sentimos mas não
sabemos quem são nem onde se movem.
O
PSD e Rui Rio trouxeram uma nova forma de fazer as coisas. Trouxeram um
pensamento estratégico (os Conselhos Estratégicos onde a sociedade podia
participar) mas, contrariamente ao esperado todo o contexto ignorou. Talvez
aqui comecemos com a falta de maturidade democrática do nosso país, dos
portugueses e da comunicação social.
Depois,
o PSD e seu líder apresentam-se com total desprendimento. Claro, muito não
gostam desse desprendimento (preferem as lapas do poder, porque alimentam
melhor os interesses individuais). É nos interesses individuais que começam as
criticas e se alimentar os egos vazios de muitos sem histórico e de outros com
histórico mas que, em boa verdade, deviam estar a vestir a camisola pois devem
mais ao PSD que qualquer outro.
Quando
um líder não participa em “circos” demonstra bem a sua verticalidade. Não tem diarreias
verbais onde diz e desdiz. Finge que faz e não faz nada.
Rui
Rio é a pessoa certa para ser primeiro-ministro. Os que preferem a verdade a
serem enganados tem aqui a única opção. Será que os portugueses querem mesmo a
verdade?
Estaremos
nós a pensar “ Enquanto a pau vai e vem folgam as costas” ou “Quem vier a
seguir que feche a porta” ?
Portugal
não pode continuar a degradar-se neste cenário de conjuntura favorável única.
Tenhamos
coragem, olhemos de frente para os problemas e construamos com suor um novo
país.
Voto
PSD!
terça-feira, 16 de abril de 2019
Do Modelo de Negócio ao Plano de Negócio
Trabalhar com empresas, empreendedores e organizações assenta numa lógica dinâmica de trabalho pois cada organização apresenta as suas características únicas, a sua forma de actuar, a sua forma de estar perante o meio envolvente contextual e transaccional. Assim, importa reflectir sobre os Modelos de Negócio e os Planos de Negócio.
Quanto ao Modelo de Negócio, resumidamente, é o conjunto das várias peças que dão a imagem da forma de actuação da organização, podemos olhar e ver o quadro daquilo que fazemos ou nos propomos a fazer. Já quanto ao Plano de Negócios podemos olhá-lo como um documento mais formal que serve para cumprir alguns pressuposto e, operacionalizar em larga medida o que foi o modelo de negócio definido. Resumidamente o plano de negócio traça o caminho e faz uma previsão das acções ou medidas a tomar.
Ora, no contexto actual, devemos preocuparmo-nos mais com o modelo de negócio que com o plano pois o plano, como o nome indica, é falível. Mas por que razão é tão importante um plano de negócio? Simplesmente para nos dar o caminho, para que as organizações possam saber onde estão, como estão e se os objectivos estão a ser concretizados. Existem desvios, quais, como, e porquê? É nesta medida que se torna importante planear. Além disso, o plano de negócio é comumente utilizado para diversas candidaturas, sendo um documento obrigatório para qualquer dossier de negócio.
Mais que um Plano de Negócio, UM MODELO DE NEGÓCIO. Hoje, o mundo está em completa mudança, mutação e acção. Os ciclos de vida dos negócios, os ciclos de inovação e os ciclos de vida dos produtos são cada vez mais curtos. Ora, perante um contexto cada vez mais acelerado, o planeamento tem que ser mais acelerado. Neste contexto, resta às organizações de forma permanente irem ajustando o seu modelo de negócio, percebendo que evoluções lhes devem dar. A estratégia deve ser baseada na evolução do modelo de negócio. Para isso, receber os inputs do contexto transicional (Clientes, concorrentes, fornecedores e comunidade) são uma das principias fontes de informação. Todos os dados recolhidos dos clientes, as decisões dos concorrentes, a evolução do fornecedores e como a comunidade olha para a nossa organização. Recolhendo esta informação (inputs) e tratando esta informação permite que as organizações evoluam no modelo de negócio, ficando mais preparadas e capacitadas.
Não basta planear, é preciso evoluir. A evolução só é possível com modelos de negócio que respondam a ciclos de vida cada vez mais curtos.
quarta-feira, 13 de março de 2019
UMA POLÍTICA DE PROPOSTA DE VALOR
Refletindo sobre o como e o porquê, parece-me hoje importante olharmos com clareza para a política. Uma política baseada na proposta de valor assim como as empresas apresentam a sua proposta de valor aos clientes.
Não deve, nem pode ser mais possível que os políticos se limitem a dizer umas meras coisas, ao sabor de um qualquer vento que sopra ou de um qualquer interesse mesquinho. Hoje, cabe-nos a nós, jovens e futuras gerações, inverter essa prática comum. Cabe-nos, mais que inverter, valorizar quem baseia a sua atividade política assente em propostas de valor para as populações, para o país. Valorizar os políticos que não passam os dias a desfilar nas TV’s, nas rádios e em toda a comunicação possível e imaginária. Cabe-nos valorizar os políticos que arriscam propor, tomar medidas, definir um rumo com todos, por todos e para todos, que saem fora da cartilha habitual e, por isso, são criticados pelos mesmos do sistema. Sistema esse que está maduro, muito maduro. Valorizar os políticos que conseguem ouvir-se a si e à oposição, que se preocupam em gerar consensos fundamentais ao desenvolvimento.
Uma proposta de valor política, além de clara, concreta e concisa, deve estar intimamente ligada às pessoas. Tem que ser personalista. A pessoa tem que ser o centro de todas as preocupações. Importa refletir quais as “tarefas”, quais as “dores” e quais os “ganhos”. Só percebendo a base é possível chegar a eleições e assumir um compromisso forte, robusto onde todos sintam que fazem parte. Trata-se de um trabalho exigente, longo e provavelmente interminável mas que tem de ser feito.
“Nós, Sociais-democratas, temos a obrigação de dizer ao país que estamos cá, prontos e preparados para criar uma verdadeira proposta de valor, feita por todos, com todos e para todos. Para isso, o CEN (Conselho Estratégico Nacional) foi uma das melhores e mais importantes medidas mas só isso não chega. Espera-se que daqui surjam as verdadeiras Propostas de Valor para Portugal e que todos as possamos entender e partilhar pois fazem parte de nós.”
Nós, Sociais-democratas, temos a obrigação de dizer ao país que estamos cá, prontos e preparados para criar uma verdadeira proposta de valor, feita por todos, com todos e para todos. Não queremos que Portugal volte a estar em pré-bancarrota, não queremos que as nossas populações voltem a ter um programa de austeridade. Para isso, o CEN (Conselho Estratégico Nacional) foi uma das melhores e mais importantes medidas mas só isso não chega. Espera-se que daqui surjam as verdadeiras Propostas de Valor para Portugal e que todos as possamos entender e partilhar pois fazem parte de nós.
Não podia terminar este pequeno artigo, sem deixar uma palavra para o interior. O interior merece a máxima consideração de todos. Não nos iludamos: só fica no interior quem tem um trabalho com condições dignas, com expectativas. Só fica quem tem boas condições para oferecer aos seus filhos. Penso que seja o tempo das autarquias assumirem a sua especialização, aquilo onde querem ser bons, as áreas de negócio relevantes. Em vez de todos competirem com todos, a especialização das autarquias seria uma excelente medida para, por um lado, diminuir a competição, e, por outro, aumentar os níveis de cooperação e de captação de investimento. Concelhos vizinhos não podem pretender captar os mesmos investimentos. É um desperdício de recursos e esforços. Só com a especialização de cada município num conjunto de áreas será possível melhorar o emprego, as carreiras, a dignidade de vida. Só assim se dará uma nova vida ao interior.
Em suma, nós, jovens sociais-democratas, devemos ter a coragem e a capacidade de separar o trigo do joio.
Vamos à luta, vamos apresentar propostas de valor e vamos, sem dúvidas, ganhar as próximas eleições legislativas e europeias.
Um abraço
domingo, 19 de agosto de 2018
Ânsia
A sombra de uma guerra
A secura de uma terra
O calor abrasador
O espírito de um sofredor
Não respiro para viver
Respiro para te ver
Respiro para te sentir
Respiro para te envolver
Não consigo parar
Quero- te amar
Abraçar
Beijar
Invade-me o espírito
Dá-se um grito
Não sei o que escrevo
Não sei porque escrevo
Irrita-me a inspiração
Não flui a paixão
MERDA!
Ouço um sussurro
Ouço levemente
O passar daquela gente
Não me interessa
Não tenho pressa
Quero apenas, não sei
Criar rosas sem espinhos
Malmequeres sem mal
Não consigo aguentar
Não sei perdoar
Apenas quero amar!
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Estranho Mundo
O Mundo, tal como sempre o conhecemos parece estar a acabar, existem hoje desafios à humanidade de elevado grau. Talvez estejamos a falhar ou talvez não estejamos preparados.
Começamos, a longo prazo, pelas alterações climáticas. Um factor que irá condicionar brutalmente a forma como hoje vivemos. No entanto, esperamos que sejam progressivas e que com isso nos consigamos habituar.
No presente, há movimentos estranhos, muito estranhos. Veja-se a aproximação entre a Coreia do Norte e os USA, parece um passo importante para a paz ou será apenas um passo para não existir terror muito em breve?!
A China e os seus mega programas que vão desde tecnologia, IA às energias. Um superpotência que pretende dominar o mundo com a sua corrente e forma de estar.
A Índia, apesar de potência parece não descolar e mantém-se a parte do palco mediático.
Os USA governados por um suporto louco, não acho que assim seja. Acho que está apenas a tentar equilibrar os polos e já percebeu que os EUA estavam a perder a sua importância.
América do Sul, num total confronto, desde a fome, ao crime, à corrupção, à falência. Tudo acontece. Israel, que se comporta como um louco a matar tudo sob a passividade do mundo.
O médio oriente com desafios no campo das energias e a tentar perceber como se manterá na crista da onda o mais tempo possível.
A Rússia, com problemas graves e busca manter-se em cena, matando e mostrando o seu poder.
Por fim, o velho continente, a Europa, apesar de todos os males e defeitos parece o melhor sítio do mundo. No entanto, é o último garante da liberdade no Mundo. A crescente esquerda radical e direita radical ameaçam a paz e busca a destruição de um projecto que, com todos os defeitos, é um grande projecto. O brexit, a migração, as finanças, a inovação e a capacidade de união são os grandes desafios.
Estaremos à altura? Sim, se tudo for progressivo e for acontecendo. Se acontecerem vários cenários em simultâneo parece-se que teremos um mundo sem paz e como nunca o vimos, nem nunca existiu.
Estaremos preparados?
sexta-feira, 30 de março de 2018
Cíclico
Alma quente e saltitante
Olho o rio a correr
Lembro-me de ti marcante
Aquele calor que me faz ferver
Não aguento este fim
Sinto que riem de mim
Não quero perder nem morrer
Quero tanto te ver
Irrita-me
Ama-me
Abraça-me
Beija-me
O contraste maravilhoso
Tua conversa um honroso
Não me canso de te imaginar
Naquele caminho junto ao mar
Mar, amar, amar as ondas
Ondas fortes
Ondas grudas
Onde com espuma
Quero agarrar-te........
Quero agarrar-te........
domingo, 18 de março de 2018
Os casos
Vivemos um tempo digno daquilo que criamos como pessoas. Uma pessoa para se ser competente não precisa de um conjunto de títulos, de cursos, de elitismo, é muito menos de inventar o que não é.
Uma pessoa precisa de simplesmente cumprir com dignidade as funções que desempenha e ter a capacidade de assumir o desconhecimento, pedindo opinião nesses casos.
Estes casos acontecem pois a cultura leva a isso, a cultura dos dr. e dos eng. que, não me chocando a usa utilização, choca-me a sua má utilização. Uma perversidade total da formação, não se ajustando aos conhecimentos que lhes foram transmitidos.
De quem é a culpa? Acho que da cultura própria de Portugal, onde é necessário esmiuçar tudo em tudo. No fundo, regando com um bocado de azeite para ser melhor serviço ao público.
Uma pessoa precisa de simplesmente cumprir com dignidade as funções que desempenha e ter a capacidade de assumir o desconhecimento, pedindo opinião nesses casos.
Estes casos acontecem pois a cultura leva a isso, a cultura dos dr. e dos eng. que, não me chocando a usa utilização, choca-me a sua má utilização. Uma perversidade total da formação, não se ajustando aos conhecimentos que lhes foram transmitidos.
De quem é a culpa? Acho que da cultura própria de Portugal, onde é necessário esmiuçar tudo em tudo. No fundo, regando com um bocado de azeite para ser melhor serviço ao público.
quinta-feira, 15 de março de 2018
A seriedade de um povo
Circula uma informação sobre os médicos canadianos que recusaram o aumento salarial. Segundo o apresentado preferem que o dinheiro seja investido na melhoria dos serviços e por outros profissionais com piores remunerações.
Ora, em Portugal isto seria impensável!
Cultura, a cultura, a cultura....
Ora, em Portugal isto seria impensável!
Cultura, a cultura, a cultura....
terça-feira, 13 de março de 2018
Regresso
No dia em que comemoramos a chegada do Papa Francisco, faz hoje cinco anos. Parece que foi ontem. Neste dia assistimos a uma revolução pacífica na igreja, a renúncia de um papa e a substituição por outro que desde logo se mostrou diferente. Diferente do habitual, primando pela simplicidade, proximidade e paixão pelos fiés.
Hoje, ao fim de muito tempo decidi regressar ao meu blog e voltar a escrever. Escrever sobre aquilo que eu acho e aquilo que penso. Como sempre, de forma livre.
Geral:
No geral estamos todos aparentemente melhores. Efectivamente sem troika, sem imposições abruptas. No geral vivemos um pouco melhor mas os riscos são tremendos....
Política:
Depois da catástrofe autárquica tudo mudou. Agora não se lixam para eleição, são para ganhar e ganhar o país. Eu próprio fui candidato autárquico com sacrifício pessoal. Apesar da derrota histórica a dignidade da campanha e a elevação estiveram sempre presentes.
Desporto:
O campeonato disputa-se a três. No entanto o SCP continua muito aquém do esperado.
Amor:
Como sempre continuo apaixonado por muitas coisas.... Continuo a dar oportunidades a quem não merece. Enfim, é assim o prazer da vida.
Vivemos sem medos, dogmas ou feitiços. Vivemos de peito aberto e livremente. Uma liberdade actual que todos queremos manter e eu nunca a venderei.....
Hoje, ao fim de muito tempo decidi regressar ao meu blog e voltar a escrever. Escrever sobre aquilo que eu acho e aquilo que penso. Como sempre, de forma livre.
Geral:
No geral estamos todos aparentemente melhores. Efectivamente sem troika, sem imposições abruptas. No geral vivemos um pouco melhor mas os riscos são tremendos....
Política:
Depois da catástrofe autárquica tudo mudou. Agora não se lixam para eleição, são para ganhar e ganhar o país. Eu próprio fui candidato autárquico com sacrifício pessoal. Apesar da derrota histórica a dignidade da campanha e a elevação estiveram sempre presentes.
Desporto:
O campeonato disputa-se a três. No entanto o SCP continua muito aquém do esperado.
Amor:
Como sempre continuo apaixonado por muitas coisas.... Continuo a dar oportunidades a quem não merece. Enfim, é assim o prazer da vida.
Vivemos sem medos, dogmas ou feitiços. Vivemos de peito aberto e livremente. Uma liberdade actual que todos queremos manter e eu nunca a venderei.....
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Imperfeição
Imperfeito de alma
Torna-se doce
arde na mente cheia
Vagueia como um cão sarnoso
é o amor a chorar rancoroso
Tórrido, escaldante, abrasante
Sente-se a jusante
alimenta-se a montante
e quer-se, sempre constante
Recuso-me a aceitar
recuso-me a não amar
recuso-me a perder
este amor tem que arder
Preciso de ti
Como um cavalo de natureza
Preciso de ti
do teu amor e da beleza
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Olhares
O ser sentido
Do passado refletido
O presente da acção
A chama tentação
Águas que passam pontes
Rios que correm pro mar
Veias sem correntes
Que me deixam levitar
Amar assim é outro mundo
Sente-se um silêncio profundo
Amar assim não tem encanto
Preciso do teu manto
Beija-me
Toca-me
Abraça-me
Ama-me
Na vida dos improváveis
O improvável é possível
Na vida dos amáveis
Amar é exequível
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Suco do amor
Sorriso bem penetrante
Olhar forte e contrastante
Corpo belo e apaixonante
Fazem de ti a minha bela amante
Quero amarrar-te ao meu peito
Sentir teu coração bater
Quero amar-te ao meu jeito
Sem nunca te perder
Houve musas
Houve afrodisíacas
Houve inspiração e paixão
Houve o bater do coração
Agora olho para ti com vontade
Sinto dentro de mim a verdade
Adoro o teu cabelo
Sem ti sonhar seria um pesadelo
Quero fundir-te ao meu corpo
Amarrar-te ao meu porto
Apertar-te como um grampo
E ardentemente, por dentro, amar-te e penetrar-te com afecto
Regresso
Bem, além do meu regresso à escrita estamos também de regresso ao desagradável. Os desagrado da nossa selecção, o desagrado da governação que temos e, o desagrado de um país que podia mais do que na realidade faz.
A selecção falha nos momentos que mais se imponha clareza. Claramente existem "forças" estranhas que limitam muito a intervenção de quem devia te-la.
A Governação vai de show em show, dizendo que está tudo bem. Dizem, sou hiper optimista. Eu acho que precisávamos de hiper realistas. Se observamos os principais indicadores concluímos algo preocupante, estamos piores e com menos capacidade que anteriormente. Pior, estamos mais desconfiados e com menos confiança.
Por outro lado temos um presidente da república completamente eufórico. Finge que nada se passa, comporta-se de uma forma algo leviana e apalhaçada para o cargo. Bem sei que já tinha aquela crença mas.......
Felizmente somos um povo quente e de paixão no sangue... Salva-nos isso a alma. Estou certo que conseguimos, sempre que quisemos conseguimos. Haja coragem, sabedoria e sentido de missão.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Bom 2016
O tempo já vai longo mas não queria deixar de desejar um excelente 2016, repleto de amor, sucessos e concretizações.
Serão tempos certamente diferente e igualmente exigentes.
Serão tempos certamente diferente e igualmente exigentes.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Ganância do poder
Portugal vive hoje tempos novos, pior que tudo tempos conturbados.
A ganância do PS mostrou o que podemos esperar do nosso futuro. Um governo fraco, moribundo, totalmente dependente de vontades e apetites de forças pouco democráticas.
Olhemos mesmo para o assunto, como foi possível a três partidos tão distintos, com fendas enormes conciliarem-se em torno de um projeto de futuro para o país.
Na realidade não existe projecto para o futuro, existem propostas soltas, avulsas, assentes nas piores bases económicas.
Urge perguntar, será que o centro direita não gostaria de aliviar os sacrifícios do país? Obviamente que sim, a realidade está em que não fazemos sempre o que queremos mas sim o que podemos ou aquilo que nos deixam fazer. O futuro constrói -se com ponderação e audácia.
Não deveria o PS aproximar-se da sua ideologia, assim como o faz na Europa ?! A ganância pelo poder, o mau perder e ânsia de governa não permitem sequer que olhem para o país.
Contrariamente ao referido acho que existe alternativa, não considero uma obrigação o presidente da república indicar António Costa. Aliás considero mesmo um imperativo devolver aos portugueses a palavra das urnas, assim que for possível e manter um governo de gestão. Devolver a palavra pois os pressupostos alteraram-se completamente e os portugueses, hoje, tem conhecimento e opiniões diferentes que podem gerar diferentes análises e diferentes consequências.
Portugal precisa e merece melhores políticos, um país que fez o esforço que fez nos últimos anos merecia mais.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Sentimento
Tu eras aquela
A cinderela
Que me turva a mente
D'um calor ardente
E no fundo do coração
Explode a ação
Do te querer
Meu amor....
Do te sentir
Meu amor...
Do te tocar
Meu amor...
No fundo do sentimento
A palavra sem lamento
Surge o momento
Surge o afrontamento
E depois
Corremos os dois
Aquele risco de falhar
Aquele risco de acertar
Quero encher- te de paixão
Sentir teu coração
E amar-te sem perdão !
domingo, 18 de outubro de 2015
Momento histórico e político
Vivemos tempos históricos de extrema relevância política.
Vamos a factos:
1. Nunca uma coligação/ partido depois de uma governação exigente, carregada de austeridade tinha conseguido ganhar as eleições.
2. Nunca os partidos da esquerda, nomeadamente o PCP e BE se tinham mostrado disponíveis a sair do protesto onde estavam e aceitar formar governo.
Quanto ao primeiro facto, só a melhoria dos indicadores e a apresentação de um primeiro ministro capaz de demonstrar confiança e resiliência potenciou esta vitória. O país percebeu o que lhe tinha sido pedido. Até aqui, contrariamente ao passado, os portugueses mostraram maturidade democrática.
Quanto ao segundo facto, o seu sucedimento tem apenas uma finalidade. A finalidade de destruir o partido socialista. E porquê? Pela razão muito simples, é impossível governar o país dependente destes dois partidos sem capacidade governativa, intransigentes. E por outra razão, o povo português não perceberia como que queriam que fosse governo e líder de governo não governasse. Ambas as razão dão uma mistura explosiva nas mão do PS que irá sempre rebentar-lhe, provocando a destruição do partido.
Ora, por fim, o único cenário que garante a estabilidade passar por um governo PSD/CDS, esta coligação já deu garantias de estabilidade, e pelo PS apenas o PS, ficando dependente de si próprio para assegurar o sucesso do país.
Além de diversas coisas erradas uma dela foi o líder do PS não se ter demitido, não chega ganhar por pouco, então e nem sequer ganhar?!
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Impaciente
Cedo me levanto, pensando em ti na suavidade do teu manto
Olho em meu redor, palpita-me o coração, irei ter um bom dia ou não ?!
Continuo pensando no dia do dia que tudo queria, sentir tua boca, sentir a tua pele branca encostada à minha
Continuo pensando no que farei, como amarei e amarei esse teu olhar, essa tua loucura que me afeta e deixa louco.
O tempo passa, aprofunda o sentimento que fere, fere e não mata
Arde, corrói lentamente, mina-me a mente e perturba-me o espírito
Fico louco de raiva quando te partilho, quero-te só para mim, junto a mim em todo tempo.
Quero apenas e só isso amar-te a cada milésimo de vida, meu amor....
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Mixórdia
Como sempre voltamos ao ponto zero. Aquele ponto onde nada parece fazer sentido. Vejamos isto, como é possível destruir com tamanha facilidade uma empresa como a PT, como acontece a falência do BES/GES, como é possível ver o regresso ao PS os mesmos que faliram o país.
Este factos são surpreendentes, pelo menos a mim surpreendem-me, talvez seja eu demasiado virgem para entende estes pressupostos, talvez esteja esteja o país louco.
Como explicamos, como se explicam tais factos aberrantes?!
Saindo do contexto empresarial, olhemos para os particulares com os mesmos princípios. Continuo a ver factos surpreendentes, um país que faliu levou a uma quebra de rendimentos dos habitante, a questão está em explicar como são comprados centenas de meios tecnológicos caríssimos, como aumenta a venda de carros Assim que há uma pequena recuperação dos rendimentos. Como se explica a quantidade de jovens a irem para concertos e festivais onde os preços são altíssimos.
Todas estas coisas mereciam uma explicação séria e atenta do que se passa.
Confesso-me chocado.
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