sábado, 26 de outubro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Piorou Muito

Antigamente tínhamos o Gaspar, aquele que não gostávamos. Gaspar dizia no seu estilo sereno todas as medidas nuas e cruas, as difíceis e duras. Nós sabíamos o que na realidade nos esperava. Agora temos o Portas, que não nos fala da realidade, que só nos conta meia verdade ou a verdade que mais convém. Para mim, prefiro conhecer a realidade por mais dura que seja que esta incerteza do político malabarista.
Agora vamos à negociação com a Troika. Quem teria mais capacidade e reconhecimento da Troika?! É óbvio que um técnico. Alguém no seu perfeito juízo iria para uma negociação com um tipo que já esteve dentro e já esteve fora. Já se coligou com um e com outro. Só diz meias verdades. É político à uma serie de anos. Tudo isto tem um nome, chama-se Portas. Só se pode concluir que Portugal com o político Portas está em maior desvantagem com a Troika do que Portugal com o Técnico Gaspar.

Vamos ao programa de assistência, e aí eu digo, quanto mais cedo nos livrarmos dele melhor. Venha de lá o programa cautelar e os mercados. Ficam a faltar reformas para captar investimento, nomeadamente investimento para industria. 

É lamentável o esforço hoje realizado quando estamos a preparar o futuro assente nos mesmos erros do passado. Se assim continuarmos daqui por 10 anos vamos ser novamente assistidos.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Curto

Não vale tudo, não pode valer tudo para manter o poder. Em política não vale tudo. A política precisa de ética para o bom funcionamento das instituições. De seriedade para ajudar a população.
O exercício tem que ser feito a ouvir todos, escutar é fundamental.


domingo, 15 de setembro de 2013

Felizmente é assim e muito bem....

Rigor:
1. Rigidez, inflexibilidade.
2. Força, aspereza, o mais forte de.
3. Severidade extrema.
4. [Figurado]  Concisão, exactidão, sentido próprio (da frase ou do vocábulo).
5. Exactidão, pontualidade.
6. [Portugal: Minho]  Fita do cabelo.
7. Guarnição de saias.
8. Debrum de chancas e tamancos.
9. Faixa avermelhada no céu, ao poente ou ao nascente.
10. [Botânica]  Planta poligonácea.
 
Exactidão:
1. Qualidade do que é exacto.
2. Fidelidade ou veracidade do que é narrado. = CORRECÇÃO, JUSTEZA, PRECISÃO
3. Disciplina ou cuidado escrupuloso. = CORRECÇÃO, ESMERO, PERFEIÇÃO
4. Resultado do que é feito com tal cuidado.
5. Certeza, precisão ou pontualidade.
6. [Física]  Grau de aproximação entre o valor de uma medição e o valor verdadeiro da grandeza medida.
7. [Física]  Capacidade de um instrumento de medição para se aproximar do valor da grandeza medida.
 
Duas cenas que incomodam muito, especialmente para quem gosta de bandalheira. 
 
Pode dizer-se: usa essas palavras e não agradarás a muita gente.

Em consciência não poderia ser de outra maneira.
 
 

domingo, 18 de agosto de 2013

Pior

Errar é humano, podemos errar voluntária ou involuntariamente agora o que não podemos é faltar na hora de assumir esse erro.
Pior que um erro é um erro não reconhecido. Um erro reconhecido merece o perdão sem qualquer espécie de condicionalismo. Um erro que não é reconhecido pelo errante não merece o perdão.
A diferença está no querer, no fazer, no poder,  no reconhecer e no ficar....

 

domingo, 11 de agosto de 2013

Legítimo


Vivemos num tempo de escolhas, vivemos num tempo onde o tempo não abunda. Continuamos a privilegiar aquilo que, aparentemente, nos faz sentir bem. Esquecemos todo o resto, desvalorizamos o valor e valoramos a desvalorização. É esta a sociedade em que vivemos. Cada um por si, cada um no seu quintal, cada um com a sua mesquinhice. 

“Vive em concorrência e haverá vencedores, vive em cooperação e haverá invencíveis.” 


Quando damos muitos esperamos muito. É legitimo que assim seja sob pena de não passarmos de meros escravos daquilo que supostamente idealizamos, daquilo que gostaríamos ou mesmo daquilo que sonhamos. O sonho comanda a vida, a vida altera o sonho. Realidade dura mas séria. No entanto continua a achar que sem sonhos não vale a pena acreditar.

Vivemos momentos de opções incríveis, inevitáveis, urgentes, claras e concretas. Estes momentos não são mais do que uma escravidão encapotada. Do que vale viver se não tivermos tempo para as opções, para saborear o bom e analisar concretamente o mau. Vale a pena o esforço incondicional da parte se o todo não se esforça?! Poderá valer mas não se alterando nada o fracasso está seguramente garantido. É assim profissional, pessoal, economicamente, politicamente, etc, é assim em tudo.

Eu não concebo uma sociedade sem liberdade, liberdade em toda a sua vertente.

Somos humanos, todos iguais, todos com a mesma necessidade de liberdade. Todos filhos legítimos.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013